terça-feira, 11 de março de 2014

    















Os Corcéis do Destino 

O que fazer se o olor de alfazemas,
feito seda da Pérsia, envolve-me
quando de ti me aproximo.
Ante teu lume os corcéis do 
destino me conduzem ao Éden e
quando perdida nos jardins de
mármore do existir, teu olhar
me resgatou.
Dramático bem-querer qual ópera
deitando áreas nas esfera celestiais.
Melífluos dias esculpidos nos
pilares da ilusão concreta.
Nem Copérnico efetuou uma equação
que desvendasse o milagre que
urdiu na melodia dos astros
a dança cósmica do enamorado.

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